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FITUN FUIK
- poemas|
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POEMA TRISTE
Por que calcas meu solo? Por que matas minha gente? Meus verdes alcantilados, minhas azuis montanhas querem a paz, a paz que todos queremos. Minha aldeia sossegada beija os aromas puros das minhas humildes montanhas que querem a paz. Porque tu, com tanto progresso técnico, tens inveja daquilo que eu não tenho, não possuo, mas quero ser. Ser como o Senhor me fez, nascer com a paz, viver na paz e dormir sonhando a paz!...
Quem acredita que eles não matam, Não assassinam! Quem crê que eles querem construir na guerra, Com o cano das suas armas, A minha aldeia. Minha natureza contempla, em silêncio, suas obras. As cascatas das águas nascentes das minhas montanhas levam os males que eles cometeram, para assim dar ao mundo, aos fortes, a honra e a glória! Eu, no meu silêncio, choro para que meus choros não ultrajem a honra dos grandes. Falo sem nada dizer para que meus vizinhos me não gritem. Acredito que a Paz existe para mim, morrendo!... |